Quem ataca sua empresa já usa IA para achar suas falhas.BRVTUS ataca primeiro, para o inimigo não ter chances.
Dentro do motor
BRVTUS orquestra, decide quais agentes criar, com quais skills e contra qual alvo.
Uma IA ofensiva em campo, com centenas de agentes ao mesmo tempo.
O motor lê o alvo, escolhe as técnicas e instancia um agente para cada uma. Nenhum é genérico: a skill que ele carrega é a mesma técnica que um operador humano usaria ali. Conforme os resultados chegam, o motor encadeia, reordena e descarta em tempo de execução, sem esperar o ciclo terminar. Você define de onde parte o ataque; ele roda 24/7, e só o que conseguiu provar vira entrega.
Código, achados e evidência ficam visíveis apenas para o seu time.
Independentemente de onde o motor roda, a equipe BRVTUS só entra se você abrir um chamado de apoio. Nada do que passa pelo motor é usado para treinar modelo, e cada leitura fica registrada em trilha auditável.
Um motor com essa força precisa de freio. O freio é seu.
BRVTUS encadeia técnicas até onde um adversário real chegaria. É por isso que ele opera preso ao seu escopo: alvo fora da allowlist não é tentado, ação de alto risco não executa sem aprovação nomeada. O freio não reduz o teste. É o que permite usar o poder do BRVTUS ao seu favor.
De onde parte o ataque
Você define o ambiente e o ritmo. BRVTUS parte de seis origens ao mesmo tempo, e nenhuma depende da outra.
BRVTUS abre a superfície como um adversário faria e testa cada caminho que encontra, escolhendo entre mais de 1000 técnicas do catálogo.
O que o mercado descobre em D+30, você resolve em D−7.
BRVTUS lê o contexto de cada alteração e mostra qual merece atenção antes do merge: hipótese, impacto e a evidência que valida a correção. Não uma lista de alertas. A correção custa uma linha de código. Em produção, custa um incidente. Segurança deixa de ser a última etapa e passa a dar velocidade à decisão de produto.
O ataque não para quando o deploy termina.
Sem WAF na frente, sem dado real no banco, com a flag desligada, o mesmo ataque pode falhar em staging e funcionar lá fora. Falhas de configuração nem existem no ambiente de teste. BRVTUS ataca produção continuamente, sob ROE e allowlist.
Mil alertas viram três casos reais.
BRVTUS conecta no seu SIEM e assume a fila inteira. Testa cada item com a técnica que o exploraria de verdade e devolve o veredito: explorável, com a evidência anexada, ou descartado, com o motivo. Seu analista abre os casos que importam em vez de provar, um a um, que os outros não eram nada.
A credencial é válida. Quem está usando, nem sempre.
Quem, hoje, consegue chegar no core sem que nada dispare? Nenhuma ferramenta de identidade responde sozinha, porque cada uma vê um pedaço. BRVTUS cruza IdP, PAM e diretório, monta o grafo de quem alcança o quê e entrega as rotas inteiras ao time de segurança.
Você abre o prompt e redireciona o ataque.
Todo agente roda a partir de uma spec legível. Quando o Brvtus expõe uma falha, você abre o prompt, avalia o ataque em curso e escreve um novo direcionamento. Ele reconverte a sua ordem em agentes, técnicas e alvos e ataca aquele caminho, dentro do mesmo ROE, da mesma allowlist, dos mesmos limites.
O que o BRVTUS entrega
Venha de onde vier, todo achado confirmado segue o mesmo caminho.
A correção chega ao responsável pelo código.
Venha da superfície, do staging, da produção ou da fila do SOC, todo achado confirmado sai com o mesmo pacote: arquivo, linha, diff sugerido e evidência. BRVTUS identifica o time responsável e entrega no canal onde ele já trabalha, com o ticket aberto e o prazo contando.
Slack · Teams · Jira · ServiceNow · Azure DevOps
O que se passa pela sua marca sai como achado.
BRVTUS vigia domínio, marca e presença digital fora das suas fronteiras, inclusive o que não cita o seu nome em lugar nenhum e não apareceria numa busca por palavra-chave. Cada uso indevido sai com evidência selada e remoção planejada.
O mesmo ataque roda de novo. E agora falha.
BRVTUS guarda a técnica exata que explorou o achado e a reexecuta quando a correção chega. O ticket só fecha quando o ataque falha, e o resultado do reteste entra no mesmo pacote selado do achado original.
Cada execução vira registro assinado.
Quem autorizou, o que rodou, quando, contra qual alvo e com qual resultado. O pacote é hasheado em SHA-256, cifrado em repouso e selado em trilha imutável: qualquer alteração posterior quebra o selo. É evidência que um auditor verifica sozinho, sem depender da sua palavra.
A mesma evidência responde a várias normas.
Cada achado e cada reteste são mapeados para os controles que comprovam: Resolução BCB nº 4.893, ISO/IEC 27001, PCI DSS 4.0, LGPD. Quando a auditoria chega, o dossiê já está montado, com o hash que prova que nada foi editado depois.
Integrado às principais soluções do setor.
SIEM e SOC, EDR e XDR, cloud e infraestrutura, identidade, DevOps e ITSM.
23 integrações · 5 categorias
Integrações: Splunk, Microsoft Sentinel, IBM QRadar, Elastic Security, CrowdStrike, SentinelOne, Cortex XDR, Microsoft Defender, Google SecOps, FortiSIEM, AWS, Microsoft Azure, Google Cloud, Kubernetes, Okta, Microsoft Entra ID, CyberArk, GitHub, GitLab, Jira, Datadog, Zabbix, FortiAnalyzer. Outras soluções: conector sob medida.
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Seu time não ficou mais lento. O prazo é que encolheu. O BRVTUS roda esse mesmo relógio a seu favor, no seu ambiente e sob o seu escopo: ataca continuamente, prova o que é explorável, entrega ao dono com prazo, retesta a correção e sela a evidência para o comitê de risco.